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A greve de servidores no Hospital Universitário Lauro Wanderley já dura mais de uma semana e continua impactando atendimentos em João Pessoa. Apesar disso, a gestão da unidade prevê a retomada gradual dos serviços.
De acordo com a superintendência, entre 80% e 90% dos procedimentos devem ser realizados, dependendo da presença dos profissionais. O superintendente Alexandre Medeiros afirmou que o hospital caminha para normalizar as atividades, mas ainda não há definição precisa sobre o volume diário de atendimentos.
“A gente tem a expectativa de que praticamente 80% a 90% de tudo o que é feito aqui continue sendo realizado”, declarou.
Remarcação de atendimentos
Pacientes que tiveram consultas ou procedimentos cancelados durante a paralisação terão remarcação garantida diretamente pelo hospital. A medida busca evitar novos deslocamentos até unidades básicas de saúde ou secretarias municipais.
Segundo a gestão, o reagendamento será feito sem necessidade de retorno à rede municipal. “Pode ter certeza que quem perdeu atendimento vai ter a remarcação aqui no hospital”, afirmou o superintendente.
Formas de reagendamento
O hospital disponibiliza três formas para remarcação:
- Comparecimento presencial na unidade
- Contato com a regulação
- Aguardar retorno da equipe
Também está sendo realizada busca ativa para alcançar pacientes com dificuldade de acesso à informação. O atendimento da regulação ocorre por telefone e WhatsApp, pelo número 3206-0609. A orientação é que os pacientes entrem em contato antes de se deslocar até o hospital.
Impactos da paralisação
A superintendência mantém equipes no local para acolher pacientes e prestar informações diariamente. Também foram organizados espaços para garantir proteção aos usuários, especialmente em dias de chuva.
A paralisação gerou reclamações de pacientes que não receberam aviso prévio sobre o cancelamento de consultas, o que resultou em deslocamentos sem atendimento nos primeiros dias da greve.
A direção do hospital afirma que busca reduzir os impactos para a população e manter o maior número possível de serviços em funcionamento até o fim da paralisação.








